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	<title>: Espantalho : outros afins miméticos</title>
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	<description>cristiano moreira</description>
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		<title>Por acaso na Biblioteka II</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 04:29:56 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Por acaso na Biblioteka]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;A interpretação figural estabelece uma conexão entre dois acontecimetos ou duas pessoas, em que o primeiro significa não apenas a si mesmo mas também ao segundo, enquanto o segundo abrange ou preenche o primeiro. Os dois pólos da figura estão separados no tempo, mas ambos, sendo acontecimentos ou figuras reais, estão dentro do tempo, dentro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8220;A interpretação figural estabelece uma conexão entre dois acontecimetos ou duas pessoas, em que o primeiro significa não apenas a si mesmo mas também ao segundo, enquanto o segundo abrange ou preenche o primeiro. Os dois pólos da figura estão separados no tempo, mas ambos, sendo acontecimentos ou figuras reais, estão dentro do tempo, dentro da corrente da vida histórica.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>Erich Auerbach &#8211; Figuras. Ed. Ática, p 46.</p>
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		<title>Texto sobre Jacques Roubaud e Alix Cléo Roubaud</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 04:02:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[jacques Roubaud]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado nesta revista da UNOESC http://e-revista.unioeste.br/index.php/rlhm/issue/view/265 A imagem memória em &#8220;Algo: Preto&#8221; de Jacques Roubaud Cristiano Moreira Resumo O texto irá apresentar o projeto poético-fotográfico &#8220;Quelque chose noir&#8220; de Jacques Roubaud e Alix-Cléo Roubaud. Um projeto que apresenta uma escritura-imagem como resíduo de memória, uma escritura em branco e preto que dialoga com as fotografias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado nesta revista da UNOESC</p>
<p>http://e-revista.unioeste.br/index.php/rlhm/issue/view/265</p>
<h1>A imagem memória em &#8220;Algo: Preto&#8221;</h1>
<h1>de Jacques Roubaud</h1>
<h1></h1>
<div><em>Cristiano Moreira</em></div>
<h4>Resumo</h4>
<div>O texto irá apresentar o projeto poético-fotográfico &#8220;<em>Quelque chose noir</em>&#8220;<em> </em>de Jacques Roubaud e Alix-Cléo Roubaud. Um projeto que apresenta uma escritura-imagem como resíduo de memória, uma escritura em branco e preto que dialoga com as fotografias também em branco e preto de Alix-Cléo Roubaud. A imagem carrega consigo esse paradoxo de esvaziamento, uma espécie de ausência e, ao mesmo tempo, de sobrevivência. O livro de poemas de Jacques Roubaud, <em>Quelque chose noir</em>, traduzido ao português como &#8220;Algo: Preto&#8221;, oferece uma poética imbuída destes dois movimentos da imagem. Um livro réquiem, escrito após a morte de sua esposa, Alix-Cléo Roubaud uma escritura da ausência por assim dizer, composto por imagens fotográficas e de escrituras deste poeta matemático que integra o grupo OULIPO desde a década de sessenta. Seguiremos o cortejo elaborado pela memória do poeta através dos poemas-imagens que compõem esta imensa tela escura, iluminada pelas imagens-memória de Roaubaud e de Alix-Cléo Roubaud.</div>
<p>Texto Completo: 					<a class="action" href="http://e-revista.unioeste.br/index.php/rlhm/article/view/2107/1675" target="_parent">PDF</a></p>
<p><strong><span style="font-size: 8pt; font-family: 'Verdana','sans-serif';">Revista  Literatura, História e Memória</span></strong></p>
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		<title>MÃOS &#8211; I</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 03:50:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[MÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[Alain Robbe Grillet]]></category>
		<category><![CDATA[Allain Resnais]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho pensado durante o percurso da pesquisa de mestrado, na imagem das mãos. Começou com A rainha dos Cárceres da Grécia (1976), de Osman Lins. Naquele livro (melhor, desse livro, aqui ao meu lado que é de onde parte minha discussão sobre a narrativa barroca osmanina) temos a mão como imagem e estrutura de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho pensado durante o percurso da pesquisa de mestrado, na imagem das <strong>mãos</strong>. Começou com <strong><em>A rainha dos Cárceres da Grécia</em></strong> (1976), de Osman Lins. Naquele livro (melhor, desse livro, aqui ao meu lado que é de onde parte minha discussão sobre a narrativa barroca osmanina) temos a mão como imagem e estrutura de uma narrativa. Uma narrativa na qual a protagonista é envolvida pelos cinco dedos da autora que estrutura o romance em cinco capítulos,cada um relacionado a um dedo e um planeta e suas influências astrológicas .Como podemos pensar a autoria como um gesto, esta mão  desaparece assim como um gesto (mas pode ser repetido-lido) estas mãos se multiplicaram, em poemas e romances, na política e na estética. A mão como uma cartografia da memória bergsoniana. Um gesto, uma digital, uma informação quiromântica, na configuração anacrônica dos astros sobre uma mão espalmada. quero postar para uma possível conversa, algumas mãos que encotrei e que irei encontrar. Penso ainda, que a mão, sua superfície e seu movimento ajudam a pensar o tempo e a imagem barroca e por extensão, a escritura.</p>
<p><strong>&#8220;Voz de X</strong> &#8211; No entanto, você já deve conhecer esses ornamentos barrocos, essa vergas decoradas, esses arabescos, a mão de gesso que segura um cacho de uvas&#8230;O indicador estendido parece reter uma uva prestes a soltar-se.</p>
<p><strong>Voz de X- </strong>Por trás da mão, você percebe  folhagem&#8230; como folhagens vivas, de um jardim à nossa espera.</p>
<p>Quando a voz fala das folhagens, o detalhe ainda não está visível. Terminada a descrição é que a câmera efetua o movimento necessário (rotação, de preferência) para que o espectador o descubra.</p>
<p>Nesse movimento, uma mão de homem, com o indicador apontado para o detalhe observado, aparece na parte inferior da imagem, num ângulo. E ouve-se o riso de <strong>A</strong>, breve, sempre o mesmo: um riso forte, apaixonado, de bom- tom.&#8221;</p>
<p><em><strong>O ano passado em Mariembad</strong>. </em>Alain Robbe-Grillet, 1961, pg. 43-44</p>
<p>O roteiro foi dirigido por Alain Resnais. Como sabem os que viram, em resnais não acontece nada fora da memória, como em uma ilha de edição.</p>
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		<title>Na cabeça o mar-ron&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 15:03:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Na cabeça o marrom mar ronc ana orla a língua li Nha d’água a ½ fio Napalm a da mão Outras il has assim Outras li Nhas a fio Vida-amor -morte Corte sobre sorte Cristiano Moreira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:PunctuationKerning /> <w:ValidateAgainstSchemas /> <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables /> <w:SnapToGridInCell /> <w:WrapTextWithPunct /> <w:UseAsianBreakRules /> <w:DontGrowAutofit /> </w:Compatibility> <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--> <!--[if gte mso 10]><br />
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<p><!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">Na cabeça o marrom</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">mar ronc</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">ana orla a língua</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">li</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">Nha d’água a ½ fio</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">Napalm a da mão</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">Outras il</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">has assim</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">Outras li</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">Nhas a fio</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">Vida-amor -morte</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">Corte sobre</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">sorte</span></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">Cristiano Moreira<br />
</span></p>
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		<title>estudo para um retrato de outono</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 15:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[outono]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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		<description><![CDATA[chegou teu poema depois que arco íris desta manhã dançava com o outono na palheta na tua mão imaginei estes versos um leque que anunciava um sopro ou a coreografia das lâminas se recolhendo e se abrindo. livro ou flor. peso e leveza. antes ainda órbita derramada em cócegas nas membranas desenhadas em um tríptico liquefeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:PunctuationKerning /> <w:ValidateAgainstSchemas /> <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables /> <w:SnapToGridInCell /> <w:WrapTextWithPunct /> <w:UseAsianBreakRules /> <w:DontGrowAutofit /> </w:Compatibility> <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 10]><br />
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<p><!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">chegou teu poema</p>
<p class="MsoNormal">depois que arco íris desta manhã</p>
<p class="MsoNormal">dançava com o outono na palheta</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">na tua mão imaginei estes versos</p>
<p class="MsoNormal">um leque que anunciava um sopro</p>
<p class="MsoNormal">ou a coreografia das lâminas se recolhendo</p>
<p class="MsoNormal">e se abrindo. livro ou flor. peso e leveza.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">antes ainda</p>
<p class="MsoNormal">órbita derramada em cócegas</p>
<p class="MsoNormal">nas membranas desenhadas</p>
<p class="MsoNormal">em um tríptico liquefeito</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">é a distância, ela sim enfuna a vela do barco</p>
<p class="MsoNormal">e o pulmão faz dormir o vento</p>
<p class="MsoNormal">nos alvéolos da respiração contida</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">daí o mergulho em apnéia no</p>
<p class="MsoNormal">aberto dos desejos, no limite</p>
<p class="MsoNormal">corpo-oceano, confim estrelado</p>
<p class="MsoNormal">dança que conjura o deserto</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">no desdobramento do olhar já</p>
<p class="MsoNormal">a subordinação da mão</p>
<p class="MsoNormal">no desenho da ausência</p>
<p class="MsoNormal">talvez festa, este folguedo</p>
<p class="MsoNormal">ou apenas um croqui.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Cristiano Moreira</p>
<p class="MsoNormal">
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		<title>Pássaros, poemas livres do livro</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 18:16:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[a  convite do SESC, elaborei uma pequna mostra de poemas inéditos e armamos uma mostra chamada PÁSSAROS, POEMAS LIVRES DO LIVRO. a mostra fez parte da segunda edição do VIA POESIA em itajaí s.c. que contou com o grupo do SARAU COOPERIFA, liderado pelo poeta sergio vaz. a mostra com os poemas rolou na avenida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>a  convite do SESC, elaborei uma pequna mostra de poemas inéditos e armamos uma mostra chamada PÁSSAROS, POEMAS LIVRES DO LIVRO. a mostra fez parte da segunda edição do VIA POESIA em itajaí s.c. que contou com o grupo do SARAU COOPERIFA, liderado pelo poeta sergio vaz.</p>
<p>a mostra com os poemas rolou na avenida hercílio luz em frente a casa (de usher) da cultura dide brandão. poderíamos chama-la ainda de a casa tomada, tomada pelo musgo, pelo tempo, e degredo. rolou ainda uma performance com o grupo do Etc e tal, liderado pelo sidval. agradeço aqui o apoio do camarada e agitador Marcelo Morais do SESC. sem mais blablabla, algumas imagens clicadas pelo amigo e fotógrafo Marcos Porto. Não menos importante o suporte desta árvore de arame feita pelo artista Juliano Trevisan.
<a href='http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/?attachment_id=70' title='_dsc5632'><img width="150" height="150" src="http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/wp-content/uploads/2009/07/_dsc5632-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="_dsc5632" title="_dsc5632" /></a>
<a href='http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/?attachment_id=71' title='Pássaros por Marcos Porto'><img width="150" height="150" src="http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/wp-content/uploads/2009/07/_dsc5664-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Pássaros por Marcos Porto" title="Pássaros por Marcos Porto" /></a>
<a href='http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/?attachment_id=72' title='_dsc5673'><img width="150" height="150" src="http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/wp-content/uploads/2009/07/_dsc5673-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="_dsc5673" title="_dsc5673" /></a>
<a href='http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/?attachment_id=73' title='_dsc5692'><img width="150" height="150" src="http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/wp-content/uploads/2009/07/_dsc5692-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="_dsc5692" title="_dsc5692" /></a>
<a href='http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/?attachment_id=74' title='_dsc5677'><img width="150" height="150" src="http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/wp-content/uploads/2009/07/_dsc5677-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="_dsc5677" title="_dsc5677" /></a>
<a href='http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/?attachment_id=75' title='_dsc56641'><img width="150" height="150" src="http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/wp-content/uploads/2009/07/_dsc56641-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="_dsc56641" title="_dsc56641" /></a>
<a href='http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/?attachment_id=77' title='_dsc5730'><img width="150" height="150" src="http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/wp-content/uploads/2009/07/_dsc5730-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="_dsc5730" title="_dsc5730" /></a>
<a href='http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/?attachment_id=78' title='_dsc5739'><img width="150" height="150" src="http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/wp-content/uploads/2009/07/_dsc5739-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="_dsc5739" title="_dsc5739" /></a>
<a href='http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/?attachment_id=79' title='_dsc5656'><img width="150" height="150" src="http://www.papaterraeditora.com.br/espantalho/wp-content/uploads/2009/07/_dsc5656-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="_dsc5656" title="_dsc5656" /></a>
</p>
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