: Espantalho : outros afins miméticos

4 de agosto de 2009

Texto sobre Jacques Roubaud e Alix Cléo Roubaud

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Publicado nesta revista da UNOESC

http://e-revista.unioeste.br/index.php/rlhm/issue/view/265

A imagem memória em “Algo: Preto”

de Jacques Roubaud

Cristiano Moreira

Resumo

O texto irá apresentar o projeto poético-fotográfico “Quelque chose noir de Jacques Roubaud e Alix-Cléo Roubaud. Um projeto que apresenta uma escritura-imagem como resíduo de memória, uma escritura em branco e preto que dialoga com as fotografias também em branco e preto de Alix-Cléo Roubaud. A imagem carrega consigo esse paradoxo de esvaziamento, uma espécie de ausência e, ao mesmo tempo, de sobrevivência. O livro de poemas de Jacques Roubaud, Quelque chose noir, traduzido ao português como “Algo: Preto”, oferece uma poética imbuída destes dois movimentos da imagem. Um livro réquiem, escrito após a morte de sua esposa, Alix-Cléo Roubaud uma escritura da ausência por assim dizer, composto por imagens fotográficas e de escrituras deste poeta matemático que integra o grupo OULIPO desde a década de sessenta. Seguiremos o cortejo elaborado pela memória do poeta através dos poemas-imagens que compõem esta imensa tela escura, iluminada pelas imagens-memória de Roaubaud e de Alix-Cléo Roubaud.

Texto Completo: PDF

Revista  Literatura, História e Memória

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